Governador exonera PM acusado de assassinar a menina Emily Caetano

PMs acusados do assassinato em abordagem nunca foram ouvidos pela delegacia de homicídios

PMs acusados do assassinato em abordagem nunca foram ouvidos pela delegacia de homicídios

O cabo Francisco Venício e o soldado Aldo Dornel não prestaram depoimento no inquérito realizado pela Polícia Civil.

Aldo foi denunciado pelo Ministério Público Estadual, por ter atirado em um homem suspeito de agredir os avós no bairro Vila Uruguai, em junho de 2016.

O ex-policial Aldo e Francisco Alves foram envolvidos na morte da pequena Emily, de 9 anos de idade, na última segunda, 25, teriam alterado a cena do crime com a intenção de atrapalhar o trabalho de investigação da perícia da Polícia Civil. "Houve alteração da posição da viatura para dar a impressão que a família teve uma tentativa de fuga".

"O Evandro passará por uma análise médica para verificar se de fato ele perdeu a audição do ouvido esquerdo, caso seja reversível, o cantor receberá tratamento especializado no CEIR", contou.
"Em recebendo, eles têm dez dias para oferecer resposta pré-liminar e após isso partiremos para a instrução do sumário da culpa", explica o promotor.

Aldo, que havia ingressado na PM em 2010 por força de uma liminar, teve sua nomeação suspensa nesta quinta-feira (11), após o governo do Estado tomar conhecimento que a liminar que o permitiu entrar na corporação, mesmo tendo sido reprovado no exame psicológico, havia sido revogada pelo juiz Rodrigo Alaggio Ribeiro, da 1ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública.

Segundo a comunicação da Polícia Militar, o juiz da Central de Flagrantes já foi notificado, e deve ser transferido para um presídio comum.

De acordo com advogado, o governador Wellington Dias se colocou a disposição da família e lamentou a morte da menina Emilly. Ele e o outro policial que estava na abordagem estão no presídio militar. O crime ocorreu no dia 26 de dezembro, na avenida João XXIII, em Teresina. A mãe foi atingida de raspão no braço, ela estava com o bebê de 8 meses no braço. A família alegou que não parou o veículo porque o bebê estava no banco da frente do veículo com a mãe.

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